Arquivo: 2015

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O futuro já é passado!

Retomando os post’s nesse segundo semestre, vou escrever sobre algo leve, e já que eu tinha determinado que as quartas iria postar sobre IoT, vou escrever um texto que faz tempo que quero postar. No longínquo ano de 1984 eu comprei uma edição especial de quadrinhos chamada: Disney apresenta A história do computador. Por CR$2800, uma bagatela! É o tipo de coisas que você acaba guardando e não sabe por que… quer dizer eu sei: porque é legal!

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Git – Rebase

Depois da série de Git básico (post um, dois e três) vamos começar a nos aprofundar nos comandos e poderemos entender o poder que está na nossa mão. No post 3, o Brian usou o comando merge para integrar o código do_branch_ de desenvolvimento com o master. Depois a Julia atualizou a_branch_ dela de desenvolvimento e depois integrou o código de desenvolvimento no branch Master. O nosso objetivo era conhecer maneiras de fazer o merge e lidar com conflito no Git, por isso os dois fizeram as alterações no mesmo local. Mas e se o Brian tivesse feito uma alteração em outro local… o merge é a melhor maneira de atualizar o seu Branch? É o que vamos ver nesse post.

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Git básico 3 – Merge

Na segunda parte dessa reprodução do HOL – Iniciando com Git, criamos um branch, fizemos uma alteração no código, encadeamos o um add no_commit_, vimos um log mais detalhado, e mandamos tudo para o repositório! 🙂 O que vamos fazer nessa terceira parte é simular um desenvolvimento paralelo ao nosso, que é bem comum em projetos de software, e como fazer o merge desse código! Então sem mais delongas…

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Git básico 2 – Branchs

Na primeira parte dessa reprodução do HOL – Iniciando com Git, fizemos o clone do repositório criado quando o TP FabrikamCommunity foi criado, criamos uma aplicação, adicionamos ao repositório, fizemos um alteração e fizemos commit juntamente com o número do work-item 🙂 Mas dificilmente trabalhamos sozinho, e até mesmo quando estamos sozinho podemos usar técnicas para não quebrar o que está funcionando. Ou seja, podemos usar branchs para isolar o código de uma sprint, implementação de feature, ou mesmo de um teste para verificar se atualizarmos algum framework que estamos trabalhando, o código irá quebrar. Também temos que integrar código desenvolvido por outros desenvolvedores e precisamos fazer merge com o nosso código. Já é tempo de ver tudo isso…